Nas vésperas do clássico Grenal, o vice-presidente de futebol do Grêmio Antônio Brum se envolveu em nova polêmica. Em entrevista ao programa "Sem Filtro", de GZH, o dirigente tricolor afirmou que não guarda mágoas com o fato de Roger Machado ter aceitado treinar o Inter porque, para ele, o ex-lateral-esquerdo não era ídolo do Imortal.
"A gente vê grandes ídolos que se consolidaram tanto no Grêmio quanto no Inter que tiveram a oportunidade de fazer o caminho contrário e optaram por não fazer. Aí é uma decisão pessoal de cada um. Não me afeta em nada ver o Roger no Inter, de maneira nenhuma. Até porque pra mim ele não era um ídolo", afirmou Brum.
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Em outro momento, o vice de futebol gremista comparou a importância de Roger no Grêmio com o também ex-lateral-esquerdo Bruno Cortez.
"Foi um jogador importante, de uma época vencedora do Grêmio. Mas era um coadjuvante naquele time. Claro que ganhou muita coisa. Mas foi um coadjuvante num time, por exemplo, como o Cortez, na Libertadores (de 2017), que foi importante, mas tinha o Luan, o Arthur e outros", destacou o dirigente.
Esta não foi a primeira declaração de Brum em relação ao técnico colorado antes do Grenal 443, que ocorre neste sábado (19). Questionado em coletiva no CT Luiz Carvalho sobre a repercussão das declarações de Roger antes do clássico, o vice de futebol se mostrou tranquilo.
“O Renato conhece muito bem o Roger. Roger foi auxiliar do Renato durante um tempo (2011) no Grêmio. Acho que o Renato conhece mais o Roger do que o Roger conhece o Renato. Eu espero que o ele vença esse confronto", afirmou Brum.